CURSO: PROCESSO GERENCIAL
PROFESSOR: WAGNER LUIZ MARQUES
DISCIPLINA: SIMULAÇÃO EMPRESARIAL
As dificuldades que o mundo esta passando com o poderio econômico, político, sanitário e etc, as empresas brasileiras também estão passando por dificuldades, desta forma decidiu que:
A empresa que compõe os TERCEIROS ANOS DE GESTÃO decidiu encerrar as atividades industriais e passarão a exercer as atividades comerciais, para isso exercerá determinadas atitudes necessárias para mudar seu sistema econômico interno.
1º - Venderá pelo valor contábil menos a depreciação de um mês todos os equipamentos que fazem parte da empresa – entrará como dinheiro em Bancos.
2º - Venderá pelo valor de custo os estoques de matéria prima e material secundário que esta estocada na empresa – entrará como dinheiro em Bancos.
3º - Demitir todos os funcionários e efetuar o pagamento dos mesmos.
4º - Apresentará um Balanço Patrimonial Líquido dos resultados, caso tenha alguma conta a pagar posteriormente liquidá-la no exercício atual.
5º - Iniciar as novas atividades com uma análise de plano de negócio, identificando que:
- A empresa iniciará com cinco funcionários cada um recebendo $ 800,00, na função de vendedores e administração. Trabalhando 220:00 horas mês, não constando nenhum adicional.
- A empresa comprará imobilizado no valor de $ 50.000,00 depreciação no mês seguinte a 10% ao ano.
- A empresa comprará 40.000 unidades de mercadoria para venda, previsão de comercializar todo o seu estoque, utilizando a margem de lucro de 10%, taxa sobre vendas (impostos e etc.) 18% e vender toda a mercadoria a vista. Preço de Custo $ 23,80 cada peça. Gastos fixos mensais não considerando salários e ordenados $ 25.800,00
- O pagamento do fornecedor da mercadoria para revenda negociada em 30 e 60 dias.
- Apresentar o Balanço Patrimonial e a Demonstração de Resultado com os novos dados, indicando uma análise de dados utilizando os devidos índices, conforme especifica posteriormente.
Apresentar as devidas análises:
- LUCRATIVIDADE DA EMPRESA COM ESSAS NOVAS MUDANÇAS
- RENTABILIDADE
- TAXA INTERNA DE RETORNO
- PRAZO DO RETORNO DO INVESTIMENTO
- VALOR PRESENTE LÍQUIDO
- VALOR FUTURO
- PERÍODO PAYBACK
- IMOBILIZAÇÃO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO
- LIQUIDEZ GERAL
- LIQUIDEZ CORRENTE
- LIQUIDEZ SECA
- LIQUIDEZ IMEDIATA
DADOS COMPLEMENTARES:
Tabela do INSS – 2009 - Previdência Social praticada no período de acordo com a aprovação governamental.
Salário de Contribuição ($)
1) Até $ 965,67
2) De $ 965,68 até $ 1.609,45
3) De $ 1.609,46 até $ 3.218,90
Alíquota para fins de recolhimento da Previdência (%)
1) 8 %
2) 9 %
3) 11 %
ÍNDICES PARA ANÁLISE, JUNTAMENTE COM SUAS EXPLICAÇÕES:
LUCRATIVIDADE
É um indicador de eficiência operacional.
Fórmula:
Lucratividade = {[(Lucro Líquido) / (Receita Total)] x 100}
RENTABILIDADE
Trata-se de um indicador de atratividade do negócio, pois mostra ao empreendedor a velocidade de retorno do capital investido.
Fórmula:
Rentabilidade = {[(Lucro Líquido) / (Investimento Total no Período)] x 100}
Ou também conhecido como:
TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR)
Taxa Interna de Retorno é a taxa de retorno que iguala o fluxo de caixa das saídas ao das entradas.
Sua lógica é de que, se o projeto está oferecendo um retorno igual ou superior ao custo de capital da empresa, estará gerando caixa suficiente para pagar os juros e para remunerar os acionistas de acordo com suas exigências.
Se a TIR for maior que o custo de capital da empresa, a mesma estará aumentando sua riqueza ao aceitá-lo.
Regra da TIR - Um projeto de investimento é aceitável se sua TIR for igual ou superior ao custo de capital da empresas, caso contrário, deve ser rejeitado.
Custo de Capital da empresa é a taxa de retorno por ela exigida em seus projetos de investimentos. Padrão financeiro para a tomada de decisão.
Fórmula:
TIR = {[( Lucro do Exercício) / (Investimento da Empresa)] x 100}
PRAZO DO RETORNO DO INVESTIMENTO (PRI)
Mostra o tempo necessário para que o empreendedor recupere tudo o que investiu no seu patrimônio.
Fórmula:
PRI = {[(Investimento Total no Período) / (Lucro Líquido)]}
VALOR PRESENTE LÍQUIDO
Para se definir o valor presente de um investimento, é necessário transportar os valores do fluxo de caixa para o ponto zero. Esses valores serão alcançados, utilizando-se uma fórmula onde: (Gitman, 1997).
VFn = valor futuro no final do período n
VP = valor presente
k = taxa anual de juros
n = número de períodos (geralmente anos)
VP = [VFn / (1+K)] n (potenciação sobre (1+k)
Calculo do valor presente líquido – VPL
VPL é a diferença entre os fluxos de entrada e saída de dinheiro de um investimento trazido a preços de uma mesma data pelo custo de oportunidade.
O VPL é calculado basicamente com a diferença entre o valor presente e o custo de desenvolvimento:
VPL = VP (valor presente) - CD (custo de desenvolvimento)
O VPL é um a informação prestada em reais. É mais clara do que a TIR, prestada em termos percentuais. Devem ser aceitos projetos com VPL maior que zero, como é o caso do presente investimento. O VPL, quando positivo, aponta o quanto se cria de valor para um investimento. Mostra que o investimento oferece uma taxa de retorno superior ao custo do capital.
O VPL é, na essência, a diferença entre os fluxos de entrada e de saída do dinheiro a preços no momento presente.
O VPL é considerado o melhor método para avaliação de projetos de investimento.
VALOR FUTURO
O cálculo do valor futuro utiliza um processo basicamente inverso ao do valor presente representado pela fórmula:
VFn = VP x (1 + k) n (potenciação sobre (1+k)
PERÍODO PAYBACK
O período Payback é quando exatamente obtivermos nosso dinheiro de volta, quando nosso projeto equilibrou.
Payback é o período de tempo necessário para que as entradas líquidas de caixa superem o investimento inicial do projeto.
Payback descontado é o período necessário para recuperar o investimento inicial, considerando os fluxos de caixa descontados.
Fórmula:
Payback = (Valor do investimento da Empresa + Juro Financeira / Lucro do Exercício)
Imobilização do Patrimônio Líquido:
IPL = [(Ativo Permanente / Patrimônio Líquido)
Este quociente demonstra quanto a empresa investiu no Ativo Permanente para cada valor monetário de Patrimônio Líquido.
Este quociente demonstra qual a proporção das imobilizações efetuadas pela empresa no Ativo Permanente, em relação ao Patrimônio Líquido.
Outro aspecto importante demonstrado, é a existência, ou não, de dependência de Capitais de Terceiros para financiar o Ativo Circulante. Se todo o Patrimônio Líquido da empresa for utilizado para financiar o Ativo Permanente, significará que o Ativo Circulante e o Realizável a Longo Prazo foram financiados somente com recursos de terceiros, fato que, em princípio, não corresponde à situação favorável.
Para melhores conclusões, há necessidade de analisarmos mais profundamente outros quocientes, tais como aqueles que relacionam as Obrigações de Curto Prazo com as Obrigações Totais.
É sempre conveniente que este quociente seja inferior a 1 (um), caso em que indicará que o Patrimônio Líquido é suficiente para cobrir as imobilizações efetuadas pela empresa. Em outros termos, a empresa não imobilizou todo o Capital Próprio.
Quando a empresa não imobiliza todo o Capital Próprio, a diferença será acarretada para o Ativo Circulante e para o Ativo Realizável a Longo Prazo.
Quanto maior a parcela do Patrimônio Líquido aplicada no Ativo Permanente, menor será a participação dos Capitais Próprios para financiar o Ativo Circulante e o Ativo Realizável a Longo Prazo, maior será a dependência da empresa em relação aos Capitais de Terceiros.
O excesso do Patrimônio Líquido sobre o Ativo Permanente denomina-se Capital Circulante Próprio, pois, corresponde à parcela dos Capitais Próprios que é investida para financiar o Capital de trabalho.
Sempre que houver Capital Circulante Próprio, o Quociente de Imobilização do Patrimônio Líquido demonstrará esta ocorrência, sendo inferior a 1 (um).
Quando a empresa utiliza Capitais Próprios para financiar parte ou o total do Capital Circulante, ela tem maior liberdade financeira para movimentar os seus negócios, podendo efetuar operações de compra e de venda livremente, sem a necessidade de recorrer a terceiros para obtenção de recursos.
É perfeitamente aceitável que as empresas invistam maior parte do Patrimônio Líquido no Ativo Permanente e uma menor parte no Ativo Circulante. Isso ocorre porque conseguir os recursos necessários para financiar o Ativo Permanente é mais:
Capital de Trabalho corresponde ao Ativo Circulante mais o Ativo Realizável a Longo Prazo.
Difícil, além do que não é aconselhável utilizar Capitais de Terceiros de curto prazo para financiar o Ativo Permanente, pois o retorno do investimento no Permanente normalmente se dá a longo prazo. Quando houver necessidade de utilizar recursos de terceiros para financiar o Ativo Permanente, como ocorre principalmente em ocasiões de expansão, esses recursos deverão ser vencíveis a longo prazo, de modo que possam ser remunerados com os lucros obtidos pela própria movimentação dessas imobilizações.
Remunerar Capitais de Terceiros investidos no Ativo Permanente com recursos gerados por outras fontes que não sejam os Lucros, colocará a empresa em situação de insolvência, obrigando-a a trabalhar mais rapidamente para gerar recursos a curto prazo.
Já os financiamentos para aplicação no Ativo Circulante são mais fáceis de serem obtidos, pois, geralmente, correspondem a obrigações a fornecedores, a empregados, ao governo (impostos) etc.
Quando este quociente for superior a 1 (um), indicará que a empresa aplicou no Ativo Permanente todo o Capital Próprio mais uma parcela dos Capitais de Terceiros. Neste caso, a análise do Quociente de Imobilização dos Recursos Não-Correntes revelará se a empresa está utilizando recursos de terceiros tomados a curto ou a longo prazo.
Sempre que o Patrimônio Líquido for insuficiente para financiar o Ativo Permanente, poderemos concluir que todo o Ativo Circulante mais o Ativo realizável a Longo Prazo são financiados por Capitais de Terceiros, os quais financiam, ainda, uma parte do Ativo Permanente.
Neste caso, é possível afirmar que a empresa encontra-se em mãos de terceiros, os quais investiram mais do que os seus proprietários. Quando a empresa depende dos Capitais de Terceiros em maior proporção que de Capitais Próprios, há indícios de que sua situação econômica e financeira não seja boa, embora, em certos casos, trabalhar com Capitais de Terceiros em maior proporção possa ser mais vantajoso para a empresa, conforme já dissemos.
Sempre que o Ativo Permanente superar o Patrimônio Liquido, é conveniente que o excesso seja financiado por Capitais de Terceiros tomados para pagamento a longo prazo. Esta conclusão pode ser obtida através da análise do próximo quociente.
Liquidez.
Os Quocientes de Estrutura de Capitais demonstra a relação que existe entre a origem e a aplicação dos Capitais.
No Balanço Patrimonial, o lado do Passivo mostra a origem dos Capitais que estão à disposição da entidade e o lado do Ativo mostra onde eles foram aplicados. Os Capitais originados conforme demonstra o lado do Passivo, podem ser:
Próprios - compreendendo o Patrimônio Líquido e o grupo Resultado de Exercícios Futuros;
De Terceiros - compreendendo o Passivo Circulante e o Passivo Exigível a Longo Prazo.
São esses Capitais Totais (Próprios e de Terceiros) que financiam os investimentos realizados pela entidade, devidamente demonstrados no Ativo.
Quando os investimentos da entidade são financiados pelos Capitais Próprios em proporção maior que os Capitais de Terceiros, podemos afirmar, em princípio, que a situação econômica e financeira da entidade é boa. Quando os investimentos da entidade são financiados pelos Capitais de Terceiros em proporção maior que os Capitais Próprios, podemos dizer, em princípio, que a entidade está endividada e que a maior parte de seus lucros será utilizada para remunerar Capitais de Terceiros.
Entretanto, convém salientar que, se a taxa de juros dos Capitais de Terceiros for menor do que a taxa de lucratividade da entidade, a utilização de Capitais de Terceiros será benéfica para a entidade.
Através dos Quocientes de Estrutura de Capitais nós conheceremos as proporções exatas dos Capitais de Terceiros sobre os Recursos Totais, dos Capitais de Terceiros sobre os Capitais Próprios e das Obrigações de Curto Prazo sobre as Obrigações de Longo Prazo, bem como o reflexo que os Capitais Próprios e os Capitais de Terceiros exercem sobre o financiamento do Ativo Circulante e do Ativo Permanente.
Verificando as observações obtidas pela análise individualizada dos cinco Quocientes de Estrutura de Capitais, nós termos condições de formular opinião a respeito do grau de endividamento da entidade para, depois, partir para o conhecimento do grau de solvência, por meio dos Quocientes de Liquidez.
Quociente de Liquidez, se obtém pelo confronto dos elementos do Ativo Circulante e do Ativo Realizável a Longo Prazo com elementos do Passivo Circulante e do Passivo exigível a Longo Prazo e serve para determinar o grau de liquidez das empresas, ou seja, a capacidade financeira para saldar os compromissos de curto e de longo prazo.
A análise dos Quocientes de Liquidez revela o grau de solvência da entidade, isto é, mostra a existência, ou não, de recursos financeiros necessários para cobrir os compromissos assumidos com terceiros.
Geralmente, quando a análise dos Quocientes de Estrutura de Capitais indicarem a existência de um grau de endividamento aceitável, da mesma forma, a análise dos Quocientes de Liquidez revelará grau de solvência também satisfatório. A empresa muito endividada, quase sempre, convive com péssima situação de liquidez.
Entretanto, outros aspectos precisam ser analisados, pois, apesar de não ter um bom grau de solvência a curto prazo, uma entidade poderá tê-lo a longo prazo, ou vice-versa. Há situações em que a empresa poderá ter um grau de solvência altamente satisfatório e não dispor de dinheiro para pagar compromissos imediatos.
A análise minuciosa dos quocientes, isolada e conjuntamente, apresentará respostas para estas e para outras perguntas nossas.
Liquidez é um conceito econômico que considera a facilidade com que um ativo pode ser convertido no meio de troca da economia. O grau de agilidade de conversão de um investimento, sem perda significativa de seu valor, mede sua liquidez. Um ativo é tanto mais líquido quanto mais fácil for de transformar-se em dinheiro vivo. A moeda é considerada como o ativo mais líquido, mas, é uma reserva de valor imperfeita; quando os preços sobem, o valor da moeda cai.
Liquidez Geral - Esse índice mostra se a empresa tem a capacidade de honrar os seus compromissos em curto e longo prazo.
Índice:
ILG = [(Ativo Circulante + Ativo realizável a Longo Prazo)/(Passivo Circulante + Passivo Exigível a Longo Prazo)]
Este quociente demonstra os recursos existentes no ativo circulante e ativo realizável a longo prazo, para cada valor monetário de dívida constantes do passivo circulante e do passivo exigível a longo prazo.
Liquidez Corrente - Simples divisão entre ativo circulante e Passivo Circulante, produz o Índice de Liquidez Corrente, que reflete a capacidade de pagamento da empresa no curto prazo. O crescimento exagerado das contas a receber, principalmente quando ocasionado por aumento de inadimplência, ou ainda, o aumento dos estoques, devido a falhas em linhas de produção ou obsolescência, devem ser expurgados do cálculo desse índice.
Índice:
ILC = (Ativo Circulante / Passivo Circulante)
Este quociente demonstra os recursos existentes no ativo circulante, para cada valor monetário de dívida constantes do passivo circulante.
Liquidez Seca - Buscando se obter uma melhor indicação de liquidez, alguns analistas preferem utilizar o índice de liquidez seca, que retira do numerador (dos Ativos Circulantes) o ativo menos líquido que são estoques (especialmente na indústria, menos assim para o comércio). Sobrariam, portanto, apenas o caixa e o contas a receber, ou seja, dinheiro e haveres de mercadorias ou serviços que já foram vendidos e só faltam ser recebidos. A liquidez seca tem por objetivo apresentar a capacidade de pagamento da empresa no curto prazo, sem levar em conta os estoques, que são considerados como elementos menos líquidos do ativo circulante. Após retirarmos os estoques do cálculo, a liquidez da empresa passa a não depender de elementos não-monetários, suprimindo a necessidade do esforço de “venda” para quitação das obrigações de curto prazo.
Índice:
ILS = [(Ativo Circulante – Estoque)/Passivo Circulante]
Este quociente demonstra os recursos líquidos a curto prazo (ativo circulante – Estoques) existentes na empresa, para cada valor monetário de dívida constantes do passivo circulante.
Liquidez Imediata - Na liquidez imediata se elimina, também, a necessidade do esforço de cobrança para honrar as obrigações. Com o desenvolvimento do mercado de crédito, esse índice passou a ter pouca relevância na maior parte das empresas. Nos dias atuais, não é aconselhável manter disponibilidades muito elevadas, deixando de investir na própria atividade.
Índice:
ILI = (Disponível/Passivo Circulante)
Este quociente demonstra quanto a empresa possui de disponibilidade imediata para cada valor monetário de dívidas a curto prazo.
INFORMAÇÃO DE REALIZAÇÃO DO TRABALHO E ENTREGUE:
Logo que retornarmos em aula estaremos tirando duvidas sobre o trabalho geral do 3º Bimestre, para não prejudicar inicie fazendo o trabalho, utilizando os dados desenvolvidos nos bimestres anteriores.
Gestores não se preocupem com o trabalho, preocupe-se simplesmente com o conhecimento das decisões, pois o seu futuro depende desse conhecimento que estamos tentando lhe passar.
Qualquer duvida reclamação, opinião e orientação para crescimento do trabalho mandem no meu e-mail sua mensagem. wagnercne1@gmail.com, não deixe de estar vendo a página blog ou no e-mail da disciplina simulação, quem sabe tem sempre informações necessário para o seu entendimento.
Wagner Luiz Marques
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