domingo, 9 de agosto de 2009

14- #DESAFIO: #SIMULAÇÃO #EMPRESARIAL - INFORMAÇÃO

CURSO: PROCESSO GERENCIAL

PROFESSOR: WAGNER LUIZ MARQUES

DISCIPLINA: SIMULAÇÃO EMPRESARIAL

As dificuldades que o mundo esta passando com o poderio econômico, político, sanitário e etc, as empresas brasileiras também estão passando por dificuldades, desta forma decidiu que:

A empresa que compõe os TERCEIROS ANOS DE GESTÃO decidiu encerrar as atividades industriais e passarão a exercer as atividades comerciais, para isso exercerá determinadas atitudes necessárias para mudar seu sistema econômico interno.

1º - Venderá pelo valor contábil menos a depreciação de um mês todos os equipamentos que fazem parte da empresa – entrará como dinheiro em Bancos.

2º - Venderá pelo valor de custo os estoques de matéria prima e material secundário que esta estocada na empresa – entrará como dinheiro em Bancos.

3º - Demitir todos os funcionários e efetuar o pagamento dos mesmos.

4º - Apresentará um Balanço Patrimonial Líquido dos resultados, caso tenha alguma conta a pagar posteriormente liquidá-la no exercício atual.

5º - Iniciar as novas atividades com uma análise de plano de negócio, identificando que:

- A empresa iniciará com cinco funcionários cada um recebendo $ 800,00, na função de vendedores e administração. Trabalhando 220:00 horas mês, não constando nenhum adicional.

- A empresa comprará imobilizado no valor de $ 50.000,00 depreciação no mês seguinte a 10% ao ano.

- A empresa comprará 40.000 unidades de mercadoria para venda, previsão de comercializar todo o seu estoque, utilizando a margem de lucro de 10%, taxa sobre vendas (impostos e etc.) 18% e vender toda a mercadoria a vista. Preço de Custo $ 23,80 cada peça. Gastos fixos mensais não considerando salários e ordenados $ 25.800,00

- O pagamento do fornecedor da mercadoria para revenda negociada em 30 e 60 dias.

- Apresentar o Balanço Patrimonial e a Demonstração de Resultado com os novos dados, indicando uma análise de dados utilizando os devidos índices, conforme especifica posteriormente.

Apresentar as devidas análises:

- LUCRATIVIDADE DA EMPRESA COM ESSAS NOVAS MUDANÇAS

- RENTABILIDADE

- TAXA INTERNA DE RETORNO

- PRAZO DO RETORNO DO INVESTIMENTO

- VALOR PRESENTE LÍQUIDO

- VALOR FUTURO

- PERÍODO PAYBACK

- IMOBILIZAÇÃO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO

- LIQUIDEZ GERAL

- LIQUIDEZ CORRENTE

- LIQUIDEZ SECA

- LIQUIDEZ IMEDIATA

DADOS COMPLEMENTARES:

Tabela do INSS – 2009 - Previdência Social praticada no período de acordo com a aprovação governamental.

Salário de Contribuição ($)

1) Até $ 965,67

2) De $ 965,68 até $ 1.609,45

3) De $ 1.609,46 até $ 3.218,90

Alíquota para fins de recolhimento da Previdência (%)

1) 8 %

2) 9 %

3) 11 %

ÍNDICES PARA ANÁLISE, JUNTAMENTE COM SUAS EXPLICAÇÕES:

LUCRATIVIDADE

É um indicador de eficiência operacional.

Fórmula:

Lucratividade = {[(Lucro Líquido) / (Receita Total)] x 100}

RENTABILIDADE

Trata-se de um indicador de atratividade do negócio, pois mostra ao empreendedor a velocidade de retorno do capital investido.

Fórmula:

Rentabilidade = {[(Lucro Líquido) / (Investimento Total no Período)] x 100}

Ou também conhecido como:

TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR)

Taxa Interna de Retorno é a taxa de retorno que iguala o fluxo de caixa das saídas ao das entradas.

Sua lógica é de que, se o projeto está oferecendo um retorno igual ou superior ao custo de capital da empresa, estará gerando caixa suficiente para pagar os juros e para remunerar os acionistas de acordo com suas exigências.

Se a TIR for maior que o custo de capital da empresa, a mesma estará aumentando sua riqueza ao aceitá-lo.

Regra da TIR - Um projeto de investimento é aceitável se sua TIR for igual ou superior ao custo de capital da empresas, caso contrário, deve ser rejeitado.

Custo de Capital da empresa é a taxa de retorno por ela exigida em seus projetos de investimentos. Padrão financeiro para a tomada de decisão.

Fórmula:

TIR = {[( Lucro do Exercício) / (Investimento da Empresa)] x 100}

PRAZO DO RETORNO DO INVESTIMENTO (PRI)

Mostra o tempo necessário para que o empreendedor recupere tudo o que investiu no seu patrimônio.

Fórmula:

PRI = {[(Investimento Total no Período) / (Lucro Líquido)]}

VALOR PRESENTE LÍQUIDO

Para se definir o valor presente de um investimento, é necessário transportar os valores do fluxo de caixa para o ponto zero. Esses valores serão alcançados, utilizando-se uma fórmula onde: (Gitman, 1997).

VFn = valor futuro no final do período n

VP = valor presente

k = taxa anual de juros

n = número de períodos (geralmente anos)

VP = [VFn / (1+K)] n (potenciação sobre (1+k)

Calculo do valor presente líquido – VPL

VPL é a diferença entre os fluxos de entrada e saída de dinheiro de um investimento trazido a preços de uma mesma data pelo custo de oportunidade.

O VPL é calculado basicamente com a diferença entre o valor presente e o custo de desenvolvimento:

VPL = VP (valor presente) - CD (custo de desenvolvimento)

O VPL é um a informação prestada em reais. É mais clara do que a TIR, prestada em termos percentuais. Devem ser aceitos projetos com VPL maior que zero, como é o caso do presente investimento. O VPL, quando positivo, aponta o quanto se cria de valor para um investimento. Mostra que o investimento oferece uma taxa de retorno superior ao custo do capital.

O VPL é, na essência, a diferença entre os fluxos de entrada e de saída do dinheiro a preços no momento presente.

O VPL é considerado o melhor método para avaliação de projetos de investimento.

VALOR FUTURO

O cálculo do valor futuro utiliza um processo basicamente inverso ao do valor presente representado pela fórmula:

VFn = VP x (1 + k) n (potenciação sobre (1+k)

PERÍODO PAYBACK

O período Payback é quando exatamente obtivermos nosso dinheiro de volta, quando nosso projeto equilibrou.

Payback é o período de tempo necessário para que as entradas líquidas de caixa superem o investimento inicial do projeto.

Payback descontado é o período necessário para recuperar o investimento inicial, considerando os fluxos de caixa descontados.

Fórmula:

Payback = (Valor do investimento da Empresa + Juro Financeira / Lucro do Exercício)

Imobilização do Patrimônio Líquido:

IPL = [(Ativo Permanente / Patrimônio Líquido)

Este quociente demonstra quanto a empresa investiu no Ativo Permanente para cada valor monetário de Patrimônio Líquido.

Este quociente demonstra qual a proporção das imobilizações efetuadas pela empresa no Ativo Permanente, em relação ao Patrimônio Líquido.

Outro aspecto importante demonstrado, é a existência, ou não, de dependência de Capitais de Terceiros para financiar o Ativo Circulante. Se todo o Patrimônio Líquido da empresa for utilizado para financiar o Ativo Permanente, significará que o Ativo Circulante e o Realizável a Longo Prazo foram financiados somente com recursos de terceiros, fato que, em princípio, não corresponde à situação favorável.

Para melhores conclusões, há necessidade de analisarmos mais profundamente outros quocientes, tais como aqueles que relacionam as Obrigações de Curto Prazo com as Obrigações Totais.

É sempre conveniente que este quociente seja inferior a 1 (um), caso em que indicará que o Patrimônio Líquido é suficiente para cobrir as imobilizações efetuadas pela empresa. Em outros termos, a empresa não imobilizou todo o Capital Próprio.

Quando a empresa não imobiliza todo o Capital Próprio, a diferença será acarretada para o Ativo Circulante e para o Ativo Realizável a Longo Prazo.

Quanto maior a parcela do Patrimônio Líquido aplicada no Ativo Permanente, menor será a participação dos Capitais Próprios para financiar o Ativo Circulante e o Ativo Realizável a Longo Prazo, maior será a dependência da empresa em relação aos Capitais de Terceiros.

O excesso do Patrimônio Líquido sobre o Ativo Permanente denomina-se Capital Circulante Próprio, pois, corresponde à parcela dos Capitais Próprios que é investida para financiar o Capital de trabalho.

Sempre que houver Capital Circulante Próprio, o Quociente de Imobilização do Patrimônio Líquido demonstrará esta ocorrência, sendo inferior a 1 (um).

Quando a empresa utiliza Capitais Próprios para financiar parte ou o total do Capital Circulante, ela tem maior liberdade financeira para movimentar os seus negócios, podendo efetuar operações de compra e de venda livremente, sem a necessidade de recorrer a terceiros para obtenção de recursos.

É perfeitamente aceitável que as empresas invistam maior parte do Patrimônio Líquido no Ativo Permanente e uma menor parte no Ativo Circulante. Isso ocorre porque conseguir os recursos necessários para financiar o Ativo Permanente é mais:

Capital de Trabalho corresponde ao Ativo Circulante mais o Ativo Realizável a Longo Prazo.

Difícil, além do que não é aconselhável utilizar Capitais de Terceiros de curto prazo para financiar o Ativo Permanente, pois o retorno do investimento no Permanente normalmente se dá a longo prazo. Quando houver necessidade de utilizar recursos de terceiros para financiar o Ativo Permanente, como ocorre principalmente em ocasiões de expansão, esses recursos deverão ser vencíveis a longo prazo, de modo que possam ser remunerados com os lucros obtidos pela própria movimentação dessas imobilizações.

Remunerar Capitais de Terceiros investidos no Ativo Permanente com recursos gerados por outras fontes que não sejam os Lucros, colocará a empresa em situação de insolvência, obrigando-a a trabalhar mais rapidamente para gerar recursos a curto prazo.

Já os financiamentos para aplicação no Ativo Circulante são mais fáceis de serem obtidos, pois, geralmente, correspondem a obrigações a fornecedores, a empregados, ao governo (impostos) etc.

Quando este quociente for superior a 1 (um), indicará que a empresa aplicou no Ativo Permanente todo o Capital Próprio mais uma parcela dos Capitais de Terceiros. Neste caso, a análise do Quociente de Imobilização dos Recursos Não-Correntes revelará se a empresa está utilizando recursos de terceiros tomados a curto ou a longo prazo.

Sempre que o Patrimônio Líquido for insuficiente para financiar o Ativo Permanente, poderemos concluir que todo o Ativo Circulante mais o Ativo realizável a Longo Prazo são financiados por Capitais de Terceiros, os quais financiam, ainda, uma parte do Ativo Permanente.

Neste caso, é possível afirmar que a empresa encontra-se em mãos de terceiros, os quais investiram mais do que os seus proprietários. Quando a empresa depende dos Capitais de Terceiros em maior proporção que de Capitais Próprios, há indícios de que sua situação econômica e financeira não seja boa, embora, em certos casos, trabalhar com Capitais de Terceiros em maior proporção possa ser mais vantajoso para a empresa, conforme já dissemos.

Sempre que o Ativo Permanente superar o Patrimônio Liquido, é conveniente que o excesso seja financiado por Capitais de Terceiros tomados para pagamento a longo prazo. Esta conclusão pode ser obtida através da análise do próximo quociente.

Liquidez.

Os Quocientes de Estrutura de Capitais demonstra a relação que existe entre a origem e a aplicação dos Capitais.

No Balanço Patrimonial, o lado do Passivo mostra a origem dos Capitais que estão à disposição da entidade e o lado do Ativo mostra onde eles foram aplicados. Os Capitais originados conforme demonstra o lado do Passivo, podem ser:

Próprios - compreendendo o Patrimônio Líquido e o grupo Resultado de Exercícios Futuros;

De Terceiros - compreendendo o Passivo Circulante e o Passivo Exigível a Longo Prazo.

São esses Capitais Totais (Próprios e de Terceiros) que financiam os investimentos realizados pela entidade, devidamente demonstrados no Ativo.

Quando os investimentos da entidade são financiados pelos Capitais Próprios em proporção maior que os Capitais de Terceiros, podemos afirmar, em princípio, que a situação econômica e financeira da entidade é boa. Quando os investimentos da entidade são financiados pelos Capitais de Terceiros em proporção maior que os Capitais Próprios, podemos dizer, em princípio, que a entidade está endividada e que a maior parte de seus lucros será utilizada para remunerar Capitais de Terceiros.

Entretanto, convém salientar que, se a taxa de juros dos Capitais de Terceiros for menor do que a taxa de lucratividade da entidade, a utilização de Capitais de Terceiros será benéfica para a entidade.

Através dos Quocientes de Estrutura de Capitais nós conheceremos as proporções exatas dos Capitais de Terceiros sobre os Recursos Totais, dos Capitais de Terceiros sobre os Capitais Próprios e das Obrigações de Curto Prazo sobre as Obrigações de Longo Prazo, bem como o reflexo que os Capitais Próprios e os Capitais de Terceiros exercem sobre o financiamento do Ativo Circulante e do Ativo Permanente.

Verificando as observações obtidas pela análise individualizada dos cinco Quocientes de Estrutura de Capitais, nós termos condições de formular opinião a respeito do grau de endividamento da entidade para, depois, partir para o conhecimento do grau de solvência, por meio dos Quocientes de Liquidez.

Quociente de Liquidez, se obtém pelo confronto dos elementos do Ativo Circulante e do Ativo Realizável a Longo Prazo com elementos do Passivo Circulante e do Passivo exigível a Longo Prazo e serve para determinar o grau de liquidez das empresas, ou seja, a capacidade financeira para saldar os compromissos de curto e de longo prazo.

A análise dos Quocientes de Liquidez revela o grau de solvência da entidade, isto é, mostra a existência, ou não, de recursos financeiros necessários para cobrir os compromissos assumidos com terceiros.

Geralmente, quando a análise dos Quocientes de Estrutura de Capitais indicarem a existência de um grau de endividamento aceitável, da mesma forma, a análise dos Quocientes de Liquidez revelará grau de solvência também satisfatório. A empresa muito endividada, quase sempre, convive com péssima situação de liquidez.

Entretanto, outros aspectos precisam ser analisados, pois, apesar de não ter um bom grau de solvência a curto prazo, uma entidade poderá tê-lo a longo prazo, ou vice-versa. Há situações em que a empresa poderá ter um grau de solvência altamente satisfatório e não dispor de dinheiro para pagar compromissos imediatos.

A análise minuciosa dos quocientes, isolada e conjuntamente, apresentará respostas para estas e para outras perguntas nossas.

Liquidez é um conceito econômico que considera a facilidade com que um ativo pode ser convertido no meio de troca da economia. O grau de agilidade de conversão de um investimento, sem perda significativa de seu valor, mede sua liquidez. Um ativo é tanto mais líquido quanto mais fácil for de transformar-se em dinheiro vivo. A moeda é considerada como o ativo mais líquido, mas, é uma reserva de valor imperfeita; quando os preços sobem, o valor da moeda cai.

Liquidez Geral - Esse índice mostra se a empresa tem a capacidade de honrar os seus compromissos em curto e longo prazo.

Índice:

ILG = [(Ativo Circulante + Ativo realizável a Longo Prazo)/(Passivo Circulante + Passivo Exigível a Longo Prazo)]

Este quociente demonstra os recursos existentes no ativo circulante e ativo realizável a longo prazo, para cada valor monetário de dívida constantes do passivo circulante e do passivo exigível a longo prazo.

Liquidez Corrente - Simples divisão entre ativo circulante e Passivo Circulante, produz o Índice de Liquidez Corrente, que reflete a capacidade de pagamento da empresa no curto prazo. O crescimento exagerado das contas a receber, principalmente quando ocasionado por aumento de inadimplência, ou ainda, o aumento dos estoques, devido a falhas em linhas de produção ou obsolescência, devem ser expurgados do cálculo desse índice.

Índice:

ILC = (Ativo Circulante / Passivo Circulante)

Este quociente demonstra os recursos existentes no ativo circulante, para cada valor monetário de dívida constantes do passivo circulante.

Liquidez Seca - Buscando se obter uma melhor indicação de liquidez, alguns analistas preferem utilizar o índice de liquidez seca, que retira do numerador (dos Ativos Circulantes) o ativo menos líquido que são estoques (especialmente na indústria, menos assim para o comércio). Sobrariam, portanto, apenas o caixa e o contas a receber, ou seja, dinheiro e haveres de mercadorias ou serviços que já foram vendidos e só faltam ser recebidos. A liquidez seca tem por objetivo apresentar a capacidade de pagamento da empresa no curto prazo, sem levar em conta os estoques, que são considerados como elementos menos líquidos do ativo circulante. Após retirarmos os estoques do cálculo, a liquidez da empresa passa a não depender de elementos não-monetários, suprimindo a necessidade do esforço de “venda” para quitação das obrigações de curto prazo.

Índice:

ILS = [(Ativo Circulante – Estoque)/Passivo Circulante]

Este quociente demonstra os recursos líquidos a curto prazo (ativo circulante – Estoques) existentes na empresa, para cada valor monetário de dívida constantes do passivo circulante.

Liquidez Imediata - Na liquidez imediata se elimina, também, a necessidade do esforço de cobrança para honrar as obrigações. Com o desenvolvimento do mercado de crédito, esse índice passou a ter pouca relevância na maior parte das empresas. Nos dias atuais, não é aconselhável manter disponibilidades muito elevadas, deixando de investir na própria atividade.

Índice:

ILI = (Disponível/Passivo Circulante)

Este quociente demonstra quanto a empresa possui de disponibilidade imediata para cada valor monetário de dívidas a curto prazo.

INFORMAÇÃO DE REALIZAÇÃO DO TRABALHO E ENTREGUE:

Logo que retornarmos em aula estaremos tirando duvidas sobre o trabalho geral do 3º Bimestre, para não prejudicar inicie fazendo o trabalho, utilizando os dados desenvolvidos nos bimestres anteriores.

Gestores não se preocupem com o trabalho, preocupe-se simplesmente com o conhecimento das decisões, pois o seu futuro depende desse conhecimento que estamos tentando lhe passar.

Qualquer duvida reclamação, opinião e orientação para crescimento do trabalho mandem no meu e-mail sua mensagem. wagnercne1@gmail.com, não deixe de estar vendo a página blog ou no e-mail da disciplina simulação, quem sabe tem sempre informações necessário para o seu entendimento.

Wagner Luiz Marques

sábado, 23 de maio de 2009

13- #DESAFIO: #SIMULAÇÃO #EMPRESARIAL - INFORMAÇÃO

CURSO: PROCESSO GERENCIAL
PROFESSOR: WAGNER LUIZ MARQUES

DISCIPLINA: SIMULAÇÃO EMPRESARIAL

O Governo Brasileiro recebeu uma proposta de um grupo de empresas para adquirir 150.000 unidades de produtos, aumentando significativamente a capacidade de venda das empresas brasileiras, mas a compra só poderá ocorrer com o valor pré-fixado de venda correspondente a $ 45,00 a unidades.

Para que o governo brasileiro não perca esta venda e o País cumprir com o PIB (Produto Interno Bruto) oferece para as empresas vender a preço de venda a vista, com isso reduz os custos financeiros, e ainda solicita que as empresas apresentem sua planilha de custos e formação de vendas para poder cumprir com esse preço estipulado pelo grupo de empresas que deseja adquirir os produtos brasileiros.

Portanto as empresas terão adequar os seus pecos de venda a $ 45,00 a unidade ou próximo a esse valor, desde que nenhuma das empresas foi aceita a compra pela carta convite, sendo assim o governo brasileiro libera a terceirização para reduzir custos, utilizando os próprios funcionários a se adequar a formação de suas empresas terceirizadas, para isso o preço de mão de obra da terceirizadas é:

Para um lote de 5.000 unidades a 7.999 unidades o custo por unidade é de $ 0,30 (trinta centavos), mais imposto simples de 3% sobre a prestação de serviço.
Para um lote de 8.000 a 10.999 unidades o custo por unidade é de $ 0,20 (vinte centavos), mais imposto simples de 4% sobre a prestação de serviço.
Para um lote de 11.000 a mais unidades o custo por unidade é de $ 0,10 (dez centavos), mais imposto simples de 5% sobre a prestação de serviço.

Para isso a empresa deverá fazer a rescisão dos funcionários para os mesmos organizar suas empresas de terceirização, sabendo que o aviso deve ser cumprido e conforme acerto legal com o Ministério do Trabalho e pautado na Convenção Coletiva de Trabalho da categoria, assinado pela presidência do Sindicato dos mesmos, no mês de junho a empresa pode deixar de pagar o salário dos funcionários juntamente com a provisão de encargos e negociar a terceirização dos 15 funcionários e pagar de acordo com a produtividade negociada com eles, mas eles deverão cumprir com os horário estipulado em lei, desta forma no mês de julho deverá calcular a rescisão ou haver uma negociação coletiva da categoria empresa e empregados e pagar até o dia 10 de julho a rescisão. Tudo isso o governo está fazendo para reduzir custos no mês de junho e conseguir cumprir com preço de venda no valor de $ 45,00 ou próximo a esse valor.

Caso a empresa queira manter o sistema de custo apresentado na carta convite e achar um meio diferente e aceitável que possa diminuir os custos e continuar com os funcionários, deve apenas apresentar como realizou o cumprimento da planilha de custos.

A receita das empresas deve ser em $ 45,00 ou próximo a esse valor, caso não consiga chegar a esse preço a compra da então empresa não será efetuado pelo governo e assim paga-se multa por não ter o valor de trabalho no bimestre. Caso faça errado por fraude no custo para chegar ao preço estipulado pelas empresas os auditores e fiscais poderão punir a empresa e essa também ficar sem nota de trabalho no mês.

Apresentar no dia 08 de junho de 2009 em horário de aula cada empresa a sua metodologia que cumpriu com o preço de venda a $ 45,00 ou próximo a esse valor.
Apresentar a Demonstração do Resultado do Exercício corretamente utilizando adequadamente o seu gerenciamento.
Apresentar o Balanço Patrimonial corretamente utilizando adequadamente o seu gerenciamento.

A consultoria governamental coloca-se a disposição para auxiliar cada empresa para cumprir com os cálculos corretos para com isso não sofrer a punição de não negociar com as empresas que adquirirão os produtos.

O governo para tudo isso só cobra um fato de cada empresa que deverá sobre o valor recebido totalmente não usar por um período de 60 dias e deixar guardado em fundos fixos a 2% ao mês aplicado no Banco do Brasil, assim na contabilidade este recebimento a vista estará aplicado em uma conta de aplicação no ativo e não disponível para uso.

Bom trabalho neste dia 25 de maio de 2009, vocês poderão fazer em sala de aula sem a minha presença, todos tem o caminho a seguir a decisão é de cada um e vocês. Na terça-feira com a Graça de Deus estarei na Universidade para sanar as duvidas de cada administrador das devidas empresas.

Gestores não se preocupem com o trabalho, preocupe-se simplesmente com o conhecimento das decisões, pois o seu futuro depende desse conhecimento que estamos tentando lhe passar.

Qualquer duvida reclamação, opinião e orientação para crescimento do trabalho mandem no meu e-mail sua mensagem. wagnercne1@gmail.com, não deixe de estar vendo a página blog ou no e-mail da disciplina simulação, quem sabe tem sempre informações necessário para o seu entendimento.

Wagner Luiz Marques

segunda-feira, 11 de maio de 2009

12- #DESAFIO: #SIMULAÇÃO #EMPRESARIAL - INFORMAÇÃO

CURSO: PROCESSO GERENCIAL
PROFESSOR: WAGNER LUIZ MARQUES

DISCIPLINA: SIMULAÇÃO EMPRESARIAL

Precisamos estar atento a legislação tributária e trabalhista, para isso devemos saber que exige-se que os funcionários possa fazer até duas horas extras por dia, exceto quando justifica-se de forma convincente o motivo que o funcionário superou as duas horas extras diárias permitidas por lei. Também devemos saber que um funcionário trabalhando das 22:00 às 5:00, a empresa deve pagar adicional noturno correspondente a 20%.

A empresa que compõe este sistema produtivo deve saber que esta enquadrada no simples federal e estadual correspondente a 8% de impostos sobre a venda. Sabe-se que esta taxa compõe a planilha de cálculo para formação do índice que apresenta o preço de venda.

As empresas que conseguirem vender acima de 9.000 unidades o governo beneficia o pagamento adicional de 9% ao mês de juro financeiro caso deixe 50% (exatamente) da venda aplicado no banco governamental por um período de 2 meses.

A apresentação da carta convite será obrigatoriamente na segunda-feira no inicio da aula estipulada no calendário interno do curso expedido pela coordenação, não aceitando qualquer recurso, sendo punidas as empresas escritas automaticamente e não apresentada a carta convite, relatório de defesa, ficha técnica e gastos indiretos. Estas empresas serão desclassificadas da licitação e não haverá pontuação desta fase para o bimestre, ou seja, perdendo 50% da nota correspondente ao trabalho do bimestre.

Na apresentação da venda a empresa deverá apresentar seus cálculos e o motivo que se utilizou disso para os auditores formados por cada aluno de cada empresa, sendo esses os avaliadores de aceitar a carta convite ou não. Será aceito 50% mais um dos auditores aceitando a defesa da proposta apresentada e recusada a empresa terá dez minutos para reapresentar a sua nova proposta, caso não consiga estará desclassificada da licitação e perderá a venda do produto e com isso poderá afetar os resultados finais da empresa.

A fiscalização das planilhas de custos será rígida por parte do fiscal do governo, mesmo aprovado pelos auditores, caso a fiscalização detecta falhas, poderá haver o cancelamento da compra e assim haverá o pagamento de 50% de multa correspondente ao valor apresentado de venda total.

Qualquer disposição contraria de brincadeiras e ou graça na apresentação da discussão da licitação, a equipe que fazer um ato desse será desclassificada e não terá direito de apresentar o trabalho no bimestre, sendo assim estará sem nota no bimestre em relação ao trabalho.

A equipe que não tiver dois pelo menos da equipe para apresentar o trabalho, não será aceito a carta convite e automaticamente perderá 50% da nota correspondente ao trabalho e acumulará o prejuízo para empresa.
O mercado não penaliza, faz com que os empresários busquem informações atualizadas a qualquer hora do dia e da noite.

Não abandone o desafio, pois o sucesso está próximo de você.

Qualquer duvida reclamação, opinião e orientação para crescimento do trabalho mandem no meu e-mail sua mensagem. wagnercne1@gmail.com, não deixe de estar vendo a página blog ou no e-mail da disciplina simulação, quem sabe tem sempre informações necessário para o seu entendimento.
Wagner Luiz Marques

sábado, 9 de maio de 2009

11- #DESAFIO: #SIMULAÇÃO #EMPRESARIAL - INFORMAÇÃO

CURSO: PROCESSO GERENCIAL
PROFESSOR: WAGNER LUIZ MARQUES

DISCIPLINA: SIMULAÇÃO EMPRESARIAL

O mercado passa por sérias dificuldades financeiras em relação à crise econômica que acontece devido à globalização e as informações sendo apresentada de forma imediata e necessária para a população. Estes fatores vêm facilitar alguns sistemas, mas prejudicam outros.

Por esse motivo o Governo Brasileiro por ser um País democrático, através de seu jurídico, lançou um comunicado que a empresa que se sentir prejudicada e com dificuldade para apresentar seus valores em uma licitação, pode apresentar uma justificativa por escrito e solicitar na reunião com todos os concorrentes um prazo superior para análise e com isso o direito de uma semana posterior apresentar a nova avaliação da carta convite e assim ser feito a abertura dos mesmos para concluir a concorrência da compra dos produtos.

Para essa aceitação no dia da apresentação da carta convite deverá pelo menos 50% mais uma das empresas concorrentes aceitarem a transferência para o próximo encontro e assim todas as empresas ganharem tempo para competir de forma tranqüila e confiável, pois se apresentarem cálculos errados e dúbios para interpretação e a concorrência se achar prejudicada pode haver a exclusão da empresa na participação da licitação.

Falando em mercado o Governo Brasileiro estará realizando a compra de 60.000 unidades dos produtos que estarão sendo apresentada na licitação e devido à apresentação do edital identificando como poderia ser apresentado os preços para avaliar a compra, a administração governamental indica para análise das empresas que o governo estará optando neste momento por qualquer das condições apresentadas, mas o profissional que dará a oficialização da compra possui sistemas de análise bem conservadora, podendo analisar uma forma de compra a vista desde que a empresa não atribua margem de lucro no produto, pois o administrador governamental possui uma filosofia que beneficia exclusivamente o seu lado de comprador e não o do vendedor.

Mas em reunião realizada internamente no governo houve lados que foram contrários ao seu sistema administrativo, e outros que indicaram a possibilidade de comprar produtos para pagar em sessenta dias direto, a discussão foi intensa com muitas duvidas, outros indicando a compra pelo menos em duas parcelas sem entrada. Até a hora que não havia fechado as informações para a redação divulgar a real decisão administrativa do governo, o economista do jornal apresentou a sua opinião não sendo oficial, mas tudo deu para entender que as empresas que serão melhor beneficiada na sua venda serão aquelas que apresentarem uma planilha de custos baixo em relação ao custo do produto unitário e apresentarem o máximo de prazo para pagamento.

Portanto as empresas que terão sucesso na negociação serão aquelas que darem condições de parcelamento ao governo e esse conseguir melhor analisar o seu orçamento de pagamentos.
Avalia-se então que a decisão estará na mão de cada empresa que apresentar suas propostas, mas o governo poderá deixar de comprar a quantidade total de 60.000 unidades desde que não possibilitar condições de negociação dos produtos. Saiba apresentar a sua proposta, pois se for fora do padrão das condições do negociador as empresas poderão deixar de vender o seu produto e ficar com toda a produção em estoque.

O sucesso de sua empresa está na decisão de tomar atitudes que não seja exploratória para o seu semelhante.

Informação indicada pela Redação.




segunda-feira, 4 de maio de 2009

10- #DESAFIO: #SIMULAÇÃO #EMPRESARIAL - INFORMAÇÃO

CURSO: PROCESSO GERENCIAL
PROFESSOR: WAGNER LUIZ MARQUES

DISCIPLINA: SIMULAÇÃO EMPRESARIAL

A apresentação do fluxo de desenvolvimento da primeira parte do trabalho referente o segundo bimestre deve ser:

Montar a ficha técnica – Constando a Matéria Prima e o Material Secundário.
Montar os gastos do mês de Junho – Material de limpeza, material de escritório, materiais diversos, folha de pagamento do mês, 13º salário, férias, 1/3 de férias, depreciação do mês anterior, horas extra, caso se utilizar, prestação de serviço caso se utilizar, prejuízo do mês anterior.
Tomar decisões de quantas peças a serem fabricadas.
Relatar as decisões explicando o motivo da aplicação do determinado fato.
Apresentar a Carta Convite, lacrada identificando:

DESAFIO: SIMULAÇÃO EMPRESARIAL

CURSO: PROCESSO GERENCIAL
PROFESSOR: WAGNER LUIZ MARQUES

DISCIPLINA: SIMULAÇÃO EMPRESARIAL

Empresa:_____________
RA – Nome
RA – Nome
RA – Nome
RA – Nome
RA – Nome

Corpo da apresentação:

Número de peças oferecidas - _______________
Número de parcelas da venda - ______________
Valor unitário do produto vendido - __________
Valor Total da Venda - ____________________
Valor das Parcelas oferecidas - ______________

Obs. Número de parcelas caso optar por vender em parcelas se vender a vista só o preço a vista.

Informação Complementares:

O DSR a ser apresentado se a empresa utilizar horas extras é: 11 dias trabalhados e 4 dias descansados.
Registrar na planilha de custos o valor pelo regime de competência e não pelo regime de caixa.
Depreciação só apura no custo referente o mês anterior.
O que for imobilizado não compõe no custo.
Entregar no dia 11/05/12009 – Planilha de custo, podendo se utilizar o sistema que esta no wlmprofessor@hotmail.com – Sistema de Custos Simples. Senha 1234 do sistema e senha do e-mail 123456; Relatório das decisões realizadas e carta convite com uma única opção de decisão.
Caso a equipe não entregue em tempo hábil o trabalho referente esta fase estará eliminado do desafio e não computa valor de trabalho neste bimestre.
Caso a equipe utilize de má fé o desenvolvimento da planilha de custo, também o trabalho referente esta fase estará eliminado do desafio e não computa valor de trabalho neste bimestre.
Conto com a sua compreensão.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

9- #DESAFIO: #SIMULAÇÃO #EMPRESARIAL - INFORMAÇÃO

CURSO: PROCESSO GERENCIAL
PROFESSOR: WAGNER LUIZ MARQUES

DISCIPLINA: SIMULAÇÃO EMPRESARIAL

· A data de entrega da fase três ocorrerá impreterivelmente no dia 11/05/2009 no horário de aula.
· Neste mesmo dia cada equipe (empresa) deverá entregar um envelope lacrado contendo:
a) Valor Unitário de Venda;
b) Número de Peças a ser Vendido;
c) Condições de pagamento (número de parcelas).
· O fisco exige que a taxa de depreciação seja:
a) 10% ao ano para equipamento de produção e móveis e utensílios;
b) 20% ao ano para veículos.
· O mercado solicita que a margem de lucro a ser adotado seja:
a) 5% para venda a vista;
b) 10% para venda a prazo com entrada mais uma parcela com 30 dias;
c) 15% para venda a prazo sem entrada 30 e 60 dias;
d) 20% para venda a prazo 60 dias direto.
A opção a ser utilizada deve ser uma das apresentadas anteriores.
· O mercado financeiro cobra do seu cliente:
a) 2% para venda a prazo com entrada mais uma parcela com 30 dias;
b) 4% para venda a prazo sem entrada 30 e 60 dias;
c) 6% para venda a prazo 60 dias direto.
· A opção a ser utilizada deve ser uma proposta apresentadas anteriores

AVALIAÇÃO DO MERCADO

Neste momento o mercado esta disponibilizando a compra de 30.000 unidades total, mas ainda não pode ser considerada efetiva esta informação, pois o mercado interno esta recuando em 30% as expectativas de compra, mas o mercado externo esta vislumbrando um aumento de 150%, nas compras em relação ao número de unidades base apresentado anteriormente.

Segundo os economistas avaliam que quando ocorrem fatos desta forma o mercado oscila em um meio termo da evolução interna e externa, mas o mercado na sua média dos últimos três meses anteriormente a compra de 50.000 unidades.

Cada empresa avalia as possibilidades econômicas e no dia 09/05/2009 o mercado estará apresentando o número total de comercialização dos produtos. A competição do preço será o ponto crucial para o sucesso de cada empresa.

Avaliando os dados do economista apresentado em rede nacional o Governo liberou para o mês de junho referente os 11 dias de produção, as empresas segundo o Ministério do Trabalho em contratar por período de urgência 15 prestadores de serviço para trabalhar o 2 turno, o valor de $ 1.500,00 cada profissional e um adicional de 20% sobre o valor bruto de prestação de serviço. Tudo isso é para poder cumprir com a capacidade produtiva de cada empresa.

Os analistas de custos orientam aos empresários que o índice markup (gastos fixos mensais em relação faturamento mensais) seja satisfatório entre os índices de 25% a 40%, acima disso é problemático para a empresa se manter no mercado econômico.

DESENVOLVER

· No dia 30 de junho pagar a folha de pagamento e encargos.
· No dia 30 de junho pagar o valor da prestação de serviço, caso a equipe (empresa) optarem.
· Apresentar o relatório da equipe (empresa) informando o motivo que optou por utilizar, horas extras, sem horas extras ou contratação de prestadores de serviços.
· Pegar o sistema em anexo no wlmprofessor@hotmail.com – Sistema de Custos Simples. Senha 1234 do sistema e senha do e-mail 123456.

domingo, 26 de abril de 2009

8- #DESAFIO: #SIMULAÇÃO #EMPRESARIAL – FASE TRÊS

CURSO: PROCESSO GERENCIAL
PROFESSOR: WAGNER LUIZ MARQUES

DISCIPLINA: SIMULAÇÃO EMPRESARIAL

A empresa neste mês ira desenvolver o sistema de produção e desenvolver o sistema de custos.

No dia 01/06, o mercado oferece para as empresas, as diversas situações:
a) Compra de Estoque de material secundário para compor o produto a ser produzido a 10.000 unidades, correspondente ao valor de $ 100.000,00 o lote. Pagamento depositando diretamente na conta da empresa fornecedora do material secundário.
b) Compra de Estoque de material secundário para compor o produto a ser produzido a 15.000 unidades, correspondente ao valor de $ 110.000,00 o lote. Pagamento depositando diretamente na conta da empresa fornecedora do material secundário.
c) Compra de Estoque de material secundário para compor o produto a ser produzido a 30.000 unidades, correspondente ao valor de $ 150.000,00 o lote. Pagamento depositando diretamente na conta da empresa fornecedora do material secundário.

Obs. A empresa pode optar por uma das situações oferecidas acima.

No dia 01/06, o mercado oferece diversos matérias de imobilizado para o escritório referente o valor $ 25.000,00 e deverão ser utilizados nas empresas, pagamentos dividido em 03 parcelas pagamentos a serem efetuados nos dias 10/07, 10/08 e 10/09.

No dia 02/06, o mercado oferece diversos materiais a serem adquirido e deverão ser utilizados nas empresas no decorrer do mês:
a) Material de Limpeza no mês $ 2.000,00
b) Material de Escritório no mês $ 3.000,00
c) Materiais Diversos no mês $ 15.000,00
Pagamento dividido em 02 parcelas, pagamentos a serem efetuados nos dias 10/07 e 10/08.

No dia 05/06, o mercado oferece Veículos de imobilizado para vendas referentes o valor $ 60.000,00 e deverão ser utilizados nas empresas, pagamentos divididos em 10 parcelas pagamentos a serem efetuados todos os dias iniciando o pagamento no dia 10/07.

No dia 10/06, provisionar os cálculos:
a) Folha de pagamento para os funcionários;
b) O FGTS;
c) Encargos trabalhistas: 1/12 do 13º salário; 1/12 do 1/3 sobre férias e FGTS do mês.

No dia 12/06 desenvolver o cálculo da depreciação no mês.

No dia 15/06 solicitar do almoxarifado a matéria prima e o material secundário correspondente para produção da referência do produto sabendo que a ficha técnica corresponde:
Para a produção de um produto gasta-se:
01 unidade de matéria prima
01 unidade de material secundário
Desenvolver no mês:

a) Produção por dia capacidade de 1.500 unidades;
b) Produção de 11 dias no mês de junho (15 a 30/06).

Desenvolver no mês:

a) O controle de estoque pelo sistema médio ponderada.
b) O Fluxo de Caixa do mês.
c) A produção no mês e apresentar a planilha de custo, identificando custo fixo, custo variável, custo total e custo unitário.
d) O DRE e o Balanço Patrimonial do mês.